Polícia Civil investiga festa em açude no Crato; boa parte dos envolvidos foram identificados

De acordo com as informações, o motivo foi a construção de um píer flutuante e que não teria sido o primeiro evento festivo nas redondezas.




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Um vídeo se tornou o assunto mais comentado nas redes sociais durante este fim de semana, protagonizado no açude do Umari, em Crato. O motivo foi que pessoas estavam reunidas em uma festa clandestina, durante a tarde do último sábado (03). De acordo com as informações, o motivo foi a construção de um píer flutuante e que não teria sido o primeiro evento festivo nas redondezas.

Nas imagens, é possível perceber que as pessoas estão sem máscara e desrespeitando o isolamento social. O delegado regional de Crato, Luiz Eduardo, afirmou nas redes sociais dele, que só ficaram sabendo do ocorrido após a propagação das imagens. Disse também que é necessário que a população denuncie, para que os fatos possam ser investigados.

Em entrevista, o delegado explicou que boa parte dos participantes já foram identificados e que os envolvidos serão chamados para prestar depoimentos. Ressaltou também que a investigação segue e quaisquer novidades serão avisadas a sociedade.

A Prefeitura de Crato lançou uma nota informando que uma equipe foi ao local, mas não constatou nenhuma festa, mas que as investigações necessárias serão realizadas. Confira:

“A Secretaria de Segurança Pública do Crato comunica que segundo informações recebidas pela referida secretaria, foram constatadas várias denúncias sobre a realização de festa nesse final de semana, no Açude Umari. Porém, as equipes de segurança do Município, juntamente com a Polícia Militar, estiveram na referida localidade e não constataram a realização do evento. Diante das denúncias, a Polícia Civil irá investigar a situação para que os responsáveis sejam localizados. A fiscalização a eventos deste gênero acontece constantemente, com abordagens e orientação para que a população continue seguindo os protocolos de segurança no combate ao novo coronavírus, e que estão expressamente proibidos por decreto estadual e municipal. Para denúncias, entrar em contato com o Centro Integrado de Operações e Emergências Municipais (CIOEM), por meio do 153, ou com a Polícia Militar (190).”

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