
A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu manter a prisão preventiva de Hytalo Santos e de seu marido, Israel Vicente, ao negar o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (24) e confirmou que os dois permanecem custodiados.
Os dois estão presos preventivamente desde agosto de 2025, e foram condenados por exploração sexual infantil. De acordo com as informações divulgadas, o relator do caso chegou a se posicionar inicialmente pela concessão do habeas corpus, sugerindo a substituição da prisão por medidas cautelares. No entanto, após a votação dos demais desembargadores, ele acompanhou a maioria do colegiado, consolidando a decisão pela manutenção das prisões.
A defesa argumentou que o novo pedido não seria idêntico a solicitações anteriores já analisadas pela Justiça e também apontou possível demora na tramitação do processo. Mesmo com esses fundamentos, os magistrados entenderam que não havia elementos suficientes para revogar a prisão preventiva.
O processo tramita em segredo de justiça, o que limita a divulgação de detalhes sobre as investigações e os fundamentos completos da decisão judicial. Ainda assim, o caso tem tido ampla repercussão pública.
A manutenção da custódia indica que a Justiça considera ainda presentes os requisitos legais para a prisão enquanto o processo segue em andamento.


