
Fortaleza passou a liderar o ranking da cesta básica mais cara entre as capitais das regiões Norte e Nordeste, segundo levantamento realizado em março de 2026 pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em parceria com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).
O valor médio dos produtos essenciais chegou a cerca de R$ 727, refletindo o encarecimento dos itens que compõem a alimentação básica da população. O estudo também revela que houve aumento nos preços em todas as capitais do país, indicando uma alta generalizada no custo de vida. Na capital cearense, a elevação foi significativa no último mês, acompanhando o cenário nacional de inflação nos alimentos.
Apesar de ocupar o primeiro lugar entre as capitais do Norte e Nordeste, Fortaleza ainda não apresenta o maior custo do Brasil. Outras cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, continuam com valores mais elevados, mantendo-se no topo do ranking nacional.
A alta nos preços da cesta básica reforça a preocupação com o impacto no orçamento das famílias, principalmente as de baixa renda. Com alimentos cada vez mais caros, cresce a dificuldade de manter uma alimentação adequada, o que evidencia os desafios econômicos enfrentados pela população.


