Educação superior garante manutenção de empregos na crise

Estudo do Semesp aponta que quanto maior o nível de escolaridade do trabalhador, menor é a chance dele ser afetado em períodos de crise.

Com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), muitos profissionais têm receio de perder o emprego ou encontram dificuldades para conseguir um novo trabalho. O fato é, que em todos os casos de crise, aqueles que têm as competências para lidar com cenários de mudanças se saem melhor e essas qualificações são adquiridas por meio da educação. Estudos sobre a empregabilidade no Brasil indicam que profissionais com formação superior enfrentam melhor os períodos de colapso no mercado de trabalho e têm acesso a mais oportunidades.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Semesp aponta que quanto maior o nível de escolaridade do trabalhador, menor é a chance dele ser afetado em períodos de crise. Segundo o estudo, considerando a média dos quatro trimestres do ano de 2019, a taxa de desocupação foi superior a 13%, para pessoas com nível Fundamental ou Médio, e girou em torno de 6%, para profissionais com nível Superior. Esses dados significam que a chance de ficar desempregado é pelo menos duas vezes maior para as pessoas com ensino fundamental ou médio em relação às pessoas com ensino superior completo.

O estudo mostra que investir em qualificação acadêmica é uma das principais alternativas para alcançar ou permanecer em uma vaga de emprego diante de um grave cenário de crise econômica. Como atestam os dados, o Ensino Superior, com cursos de graduação e pós-graduação, é um pré-requisito e uma vantagem competitiva, sendo fundamental para minimizar os riscos das crescentes taxas de desemprego.

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Sobre Luca Souza

Estagiário no setor de criação de conteúdo do Foobá

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