Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência debate inclusão em 21 de setembro

Data integra o calendário oficial do país desde 2005, tendo sido instaurada pelo Decreto de Lei Nº 11.133, mas já era celebrada de modo extraoficial desde 1982.




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Com o objetivo de conscientizar a população brasileira acerca da importância da criação de meios de inclusão de pessoas com deficiência na nossa sociedade, o dia 21 de setembro foi escolhido para celebrar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A data integra o calendário oficial do país desde 2005, tendo sido instaurada pelo Decreto de Lei Nº 11.133, mas já era celebrada de modo extraoficial desde 1982.

A data também propõe a reflexão sobre as dificuldades e os preconceitos enfrentados diariamente por pessoas com deficiência no Brasil. Segundo dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Censo de 2010, 45 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, o que corresponde a quase 24% da população.

Inclusão pela educação

Um dos pilares para a criação de uma sociedade pautada na inclusão é a educação. Embora a educação seja um direito assegurado por lei para todos os brasileiros, “ainda há um enorme descompasso entre aquilo que é lei e aquilo que se pensa”, conforme avalia a professora do curso de Fisioterapia da Unileão Zildanê Cândido. Segundo a docente, um dos maiores desafios para a educação inclusiva é a falta de reconhecimento e valorização das diferenças.

“Os lugares de aprendizado, tais como as escolas e universidades, devem ser espaços de todos, sem distinção. Lugares que estimulam seus alunos a construírem o conhecimento através de aprendizados de acordo com suas capacidades, habilidades e fragilidades para que, dessa forma, possam expressar suas ideias a partir de suas diferenças, se posicionando como integrantes no cenário da inclusão”, frisa a profa. Zildanê Cândido.

Além de praticarem a inclusão, escolas e universidades devem ser lugares que ensinam a importância desse tema. Por dar o devido valor à construção de uma sociedade justa e igualitária, a Unileão cultiva práticas inclusivas que vão desde a adequação de seus espaços e metodologias de ensino até ações que propõem a reflexão para seus estudantes e futuros profissionais acerca da necessidade de se criar espaços que sejam acessíveis a todos.

“É importante desenvolver nos alunos e futuros profissionais uma cultura de valorização das diferenças, mantendo sempre o respeito pelo outro e tendo um novo olhar sobre a deficiência, reconhecendo a necessidade de ver ‘igualdade’ nas diferenças; não com um olhar piedoso, mas com respeito, equidade e admiração”, observa a profa. Zildanê Cândido.

Para o professor do curso de Fisioterapia da Unileão Antonio José dos Santos Camurça, a inclusão social promove a equiparação de oportunidades, a interação das pessoas com e sem deficiência e o pleno acesso aos recursos da sociedade. O docente reforça que a educação é uma das ferramentas que colabora para que esse processo de inclusão ocorra plenamente.

“Ensinar nossos alunos a participarem ativamente do processo de inclusão das pessoas com deficiência é um ato de cidadania na equiparação dessas pessoas em relação à sociedade. O conhecimento e a sensibilização adequada tornam o indivíduo capaz de conduzir, em conjunto com as pessoas com deficiência, meios para uma convivência equânime e justa”, afirma o prof. Antonio José dos Santos Camurça.

Unileão tem vagas remanescentes para o FIES 2020.2

Estudar em um ambiente que valoriza as diferenças é essencial para o perfil de profissional que geralmente se desenvolve no mercado de trabalho. Para quem tem interesse em ingressar na Unileão e poder contar com um ensino baseado também em princípios como o da valorização da diversidade e inclusão, essa entrada no Ensino Superior ficou ainda mais fácil, pois a Instituição é recordista em vagas de FIES na região do Cariri em virtude dos bons resultados nas avaliações do MEC. Em 2020.2, a Unileão terá vagas remanescentes para o FIES. Confira mais informações sobre o assunto neste link.

Sobre Luca Souza

Estagiário no setor de criação de conteúdo do Foobá

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